
Rita Maria &Filipe Raposo
Entre o erudito, o jazz e o cancioneiro tradicional
A cantora Rita Maria e o pianista Filipe Raposo, ambos compositores, encontraram-se em Estocolmo, em 2015, e formaram um duo em que as influências que os moldaram — a música erudita, o jazz e o cancioneiro tradicional — coabitam num território próprio. A improvisação é o elo entre géneros aparentemente distantes.
Um concerto no Cosmopolite, em Oslo, em novembro de 2017, deu origem ao primeiro disco, «Live in Oslo» (Lugre Records, 2018), embrião de «The Art of Song»: uma coleção de discos com um repertório eclético e inusitado de compositores eruditos e populares. Seguiram-se «When Baroque Meets Jazz» (2020) e «Between Sacred and Profane» (2023), ambos editados pela Roda Music.

Rita Maria & Filipe Raposo · Foto © Alice Bracchi
«[…] entre a música erudita, o jazz e o cancioneiro tradicional, oferecem-nos um álbum fascinante.»
Projetos e programas

Cantos da Beira Baixa, José Afonso e um tradicional sefardita ao lado de Lully, Monteverdi, Bach, Rameau e Purcell.
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Purcell, Rameau, Bach e Pergolesi, cantos tradicionais e originais: o barroco e o jazz ligados pela improvisação.
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Foto © Alice Bracchi
O duo
Rita Maria estudou canto lírico no Conservatório Nacional, em Lisboa, jazz na Escola de Jazz do Barreiro e na ESMAE, no Porto, e, como bolseira, na Berklee College of Music, em Boston. Deambula entre a improvisação do jazz, a música tradicional, o experimentalismo e a world music, e partilhou o palco com músicos como Mário Laginha, Carlos Bica, João Paulo Esteves da Silva e Sara Serpa. Recebeu o Prémio de Artista do Ano nos Prémios RTP/Festa do Jazz 2018, é cofundadora da editora RODA e curadora do Festival Theia.
Filipe Raposo, pianista, compositor e orquestrador, é mestre em Jazz Piano Performance pelo Royal College of Music de Estocolmo e licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa. Pianista residente da Cinemateca Portuguesa desde 2004, colaborou com Sérgio Godinho, José Mário Branco, Amélia Muge e Vitorino, concluiu em 2025 a Trilogia das Cores para piano solo e recebeu nesse ano a Biznaga de Plata de Melhor Música no Festival de Málaga.
Em palco, o duo estreou «The Art of Song» no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, em 2020, e levou-o ao Jazz no Parque de Serralves, ao Jazz em Monserrate, ao Cistermúsica e ao Valletta Baroque Festival, em Malta. O segundo volume, apoiado pela DGArtes, foi gravado na Igreja de Santa Maria de Idanha-a-Velha, com a cantadora e adufeira Idalina Gameiro e as Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova.
Em palco & em estúdio







Palcos e festivais
Concertos de voz e piano em salas e festivais de Portugal e do estrangeiro, de Oslo e do Münsterland, na Alemanha, a Valletta, em Malta.
O que escreveram
Rita Maria é senhora de um canto límpido e versátil, tão à-vontade quando trabalha as palavras ou quando delas prescinde.
António Branco · jazz.pt · 2020Rita Maria e Filipe Raposo voltam a empreender […] uma proposta audaz que nos reconcilia com a mais primordial natureza humana, tão aviltada nos tempos que correm.
António Branco · jazz.pt · 2024Filipe Raposo, melodista por excelência, é um músico de visão ampla e que busca burilar criativamente os materiais sonoros que o rodeiam
António Branco · jazz.pt · 2020Um espetáculo perfeito, onde a sintonia entre o pianista e a cantora foi permanente
Nuno de Santos Loureiro · barlavento (Jazz no Palácio, Tavira) · 2020
Leve Rita Maria & Filipe Raposo ao seu palco.
The Art of Song


