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Ars Luminae
Filipe Raposo
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FilipeRaposo

Pianista & CompositorPianoCinema mudoJazz

Lisboa, Portugal

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Apresentação

Uma voz singular do piano contemporâneo

Filipe Raposo iniciou os seus estudos de piano no Conservatório Nacional de Lisboa. É mestre em Jazz Piano Performance pelo Royal College of Music de Estocolmo, onde foi bolseiro da Royal Music Academy, e licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Enquanto pianista, compositor e orquestrador, tem colaborado com diversas orquestras internacionais, apresentando-se em salas como a Sala São Paulo, o Bozar, a Ópera de Rouen, o Brucknerhaus, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém. Colaborou em concertos e gravações com nomes emblemáticos da música portuguesa: Amélia Muge, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Jorge Palma, Rita Maria e Vitorino.

Filipe Raposo

Filipe Raposo · Foto © Abel Andrade

«‘Øbsidiana’ é uma fascinante jornada sonora, que nos surpreende, desafia e emociona da primeira à última nota.»

RCM
Mestrado, Royal College of Music de Estocolmo
2004
Pianista residente da Cinemateca Portuguesa
9
Álbuns editados em nome próprio
2025
Biznaga de Plata de Melhor Música, Festival de Málaga
Filipe Raposo

Foto © Abel Andrade

Biografia

Filipe Raposo

Desenvolve ainda uma intensa atividade como compositor para cinema e teatro. Assinou a música do documentário «Um Corpo que Dança – Ballet Gulbenkian 1965–2005», de Marco Martins, e a ópera «As Cortes de Júpiter». Em 2025 recebeu a Biznaga de Plata de Melhor Música no Festival de Cinema de Málaga, pela banda sonora do filme «Lo Que Queda de Ti», de Gala Gracia.

Desde 2004 é pianista residente da Cinemateca Portuguesa, acompanhando filmes mudos. Compôs e gravou bandas sonoras para edições em DVD de clássicos do cinema mudo português, entre eles «Lisboa, Crónica Anedótica», de Leitão de Barros, que figurou, em 2018, entre as «Personal Choices» dos DVD Awards do Il Cinema Ritrovato, em Bolonha.

Em nome próprio, concluiu em 2025 a Trilogia das Cores para piano solo — «Øcre», «Øbsidiana» e «Variações do Brancø», um ensaio musical sobre as três cores de Orfeu — e mantém com a cantora e compositora Rita Maria o projeto «The Art of Song», para voz e piano.

Marcos
2004Pianista residente da Cinemateca Portuguesa
2011«First Falls» · Prémio Fundação Amália
2018Il Cinema Ritrovato DVD Awards
2022Ópera «As Cortes de Júpiter» no CCB
2025Biznaga de Plata de Melhor Música, Málaga
Distinções & percurso
Cinema
Málaga 2025

Biznaga de Plata de Melhor Música pela banda sonora de «Lo Que Queda de Ti», de Gala Gracia.

Discografia
Trilogia das Cores

«Øcre» (2019), «Øbsidiana» (2022) e «Variações do Brancø» (2025): três discos para piano solo.

Cinemateca
Bolonha 2018

«Lisboa, Crónica Anedótica», com música de Filipe Raposo, entre as «Personal Choices» do Il Cinema Ritrovato.

Vídeos

Em palco & em estúdio

A Idade do Pão
A Idade do Pão
Suão
Suão
No princípio era o fogo
No princípio era o fogo
Blombos Cave
Blombos Cave
Ao vivo

Palcos e festivais

Concertos a solo, em duo e com orquestra, óperas e cine-concertos ao piano em palcos de Portugal e do estrangeiro.

2025
Viseu
Teatro Viriato · estreia ao vivo de «Variações do Brancø»
23 mai.
2023
Odivelas
Centro Cultural da Malaposta · «The Art of Song vol. 2», com Rita Maria
16 dez.
2022
Lisboa
Centro Cultural de Belém · ópera «As Cortes de Júpiter»
5–6 fev.
2020
Faro
Teatro das Figuras · estreia do Concerto para piano e orquestra, com a Orquestra Clássica do Sul
4 jul.
2019
Lisboa
Teatro Municipal São Luiz · «Metropolis», cine-concerto com a Orquestra Sinfónica Portuguesa
15–17 nov.
2017
Oslo
Concerto em duo com Rita Maria, registado em «Live in Oslo»
Solista com
Orquestra Clássica do SulOrquestra Sinfónica Portuguesa
Imprensa

O que escreveram

”

Depois de “Øcre” e “Øbsidiana”, Filipe Raposo culmina a sua “Trilogia das Cores” com o magnífico “Variações do Brancø Vol. 3”, uma ode ao Grande Sul.

António Branco · jazz.pt · 2025
”

Filipe Raposo (n. 1979) é, bem o sabemos, um notável alquimista dos sons, alguém capaz de processar criativamente os materiais que o rodeiam

António Branco · jazz.pt · 2019
”

Relojoeiro dos sons, Raposo conserva e desenvolve em “Øbsidiana” as características centrais de um pianismo de enorme rigor e sensibilidade melódica, harmónica e rítmica

António Branco · jazz.pt · 2022
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