
AntónioSaiote
Clarinetista, maestro e pedagogo
Nascido em Loures em 1960, António Saiote é um artista e pedagogo reconhecido internacionalmente. Foi solista da orquestra do Teatro Nacional de São Carlos e da Régie Sinfonia, tocou com a Orquestra Gulbenkian e a Sinfónica de Zurique e foi solista convidado dos congressos mundiais de clarinete nos Estados Unidos, Bélgica, França, Suécia, Canadá, Japão, Espanha e Itália.
Desde 1998 desenvolve também uma carreira de maestro, tendo dirigido todas as orquestras portuguesas e, entre outras, a Orquestra Simón Bolívar, a Filarmónica da Flandres e a Sinfónica de Zurique. Membro de Honra da International Clarinet Association e Comendador da Ordem do Infante D. Henrique (2023), editou em 2026 o disco «Memórias» (KNS Classical).

António Saiote · Foto © Jorge Velez
«Neste mesmo sentido destaca-se a versatilidade de António Saiote, que desempenhou com igual mestria e assertividade as funções de clarinetista e, na primeira parte, de maestro.»
Obras em repertório

Foto © Jorge Velez
António Saiote
Terminou o curso do Conservatório Nacional em 1979, com 20 valores, na classe de Marcos Romão. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou em Paris com Guy Deplus e Jacques Lancelot e em Munique com Gerd Starke, obtendo com distinção o Meisterdiplom da Hochschule de Munique. Fez uma pós-graduação em música contemporânea em Alcalá de Henares, com Arturo Tamayo, aprofundou o repertório com George Hurst, em Inglaterra, e concluiu um MPhil em Direção de Orquestra na Universidade de Sheffield.
Foi membro do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, com Jorge Peixinho, e diretor dos Solistas do Porto. Como solista tocou ainda com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Clássica do Porto e as orquestras de São Paulo e Xangai, e atuou em festivais como os de Sintra, Estoril, Nancy, Macau, Rabat, Caracas e Lima e na Folle Journée, no CCB.
Como maestro dirigiu óperas de Mozart, Kurt Weill, Schoenberg («Pierrot lunaire»), Ravel («L’Heure espagnole») e Alexandre Delgado («O Doido e a Morte»), e foi maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfónica da ESMAE, com a qual fez gravações ao vivo. Foi júri dos concursos de Toulon, Sevilha, Varsóvia, Caracas, Kortrijk, Gante e Brasília e presidente do júri do Concurso Valentino Bucchi, em Roma.
Pedagogo com alunos de mais de 30 nacionalidades, foi docente na ESMAE, deu masterclasses da Europa à América Latina e à China e colaborou com o Sistema Venezuelano de Orquestras Infantis e Juvenis. Foi mentor e coorganizador do Congresso Mundial de Clarinete de 2009, no Porto, e é diretor artístico do Meeting Internacional de Clarinete Marcos Romão. Recebeu o título de Personalidade Latino-Americana do Clarinete (Clariperu) e a Medalha de Honra do Concelho de Loures. É Artista Backun.
Clarinete e batuta







Palcos e festivais
Atuou ou ensinou em mais de trinta países da Ásia, Europa, América e Norte de África, como solista, maestro e pedagogo.

Leve António Saiote ao seu palco.




