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Rui de LunaOs Italianos
Portugal
Um espetáculo para ver com os olhos da alma e ouvir com o coração.
Uma viagem cinematográfica ao centro da alma
Uma viagem musical pelas emoções que moldaram o cinema italiano e as nossas vidas. Dos anos 20 do século passado aos nossos dias, Rui de Luna homenageia os grandes mestres italianos da música para cinema, de Morricone a Piovani, cuja obra marcou profundamente o cinema e os nossos próprios enredos interiores.
Amor, sonho, coragem, paixão, traição, perda e esperança, sentimentos que definem a condição humana, renascem nestes temas intemporais que ecoam na memória coletiva como uma banda sonora da vida.
A voz baritonal e mozartiana de Rui de Luna entrelaça-se com os timbres do saxofone, do piano, do contrabaixo e do acordeão. Cada tema é acompanhado por projeções que evocam os filmes e as emoções que lhes estão na origem: este universo visual, da autoria de Rui Catalão, torna o espetáculo ainda mais imersivo e comovente.

O que se vai ouvir
Temas do cinema italiano, dos anos 20 do século passado aos nossos dias, cada um com projeções de Rui Catalão.

Ennio Morricone, Cesare Andrea Bixio, Marco Frisina, Centoze, Bonaventura, Conti, De Curtis, De Angelis e Nicola Piovani.
Para teatros, auditórios e cineteatros com condições de projeção vídeo e para programação que cruze música e cinema. Piano, som, luz e projeção vídeo a acordar com o promotor.
Quem sobe ao palco

Barítono formado em Itália e no Reino Unido, reconhecido no repertório mozartiano.

Artista internacional Yamaha e D’Addario Woodwinds, com mais de 25 anos de carreira.

Contrabaixista e pedagogo, mestre em Ensino da Música.

Acordeonista premiado, fundador do Quinteto Lusotango.

Pianista, mestre em Música de Câmara com nota máxima.

Foto © Nuno Antunes
Os músicos
Rui de Luna, um dos mais destacados barítonos portugueses da atualidade, ganhou projeção internacional em 2003, após um concerto em Budapeste. Formado em Itália e no Reino Unido, trabalhou com Renata Scotto, Thomas Allen e Sherrill Milnes e é reconhecido no repertório mozartiano.
João Pedro Silva encontra no saxofone a sua voz, num percurso de mais de 25 anos marcado pelo cruzamento de estéticas. Artista internacional Yamaha e D’Addario Woodwinds, representou Portugal nos Congressos Mundiais de Saxofone de Liubliana, Estrasburgo e Zagreb; com o Quarteto Artemsax recebeu o Prémio Carlos Paredes (disco de 2016). Professor na Universidade de Évora, dirige o FISP, Festival Internacional de Saxofone de Palmela.
Samuel Pedro, licenciado em Música pela Academia Nacional Superior de Orquestra e mestre em Ensino da Música pelo Instituto Piaget, divide a sua atividade entre o ensino e a interpretação, colaborando com diversas formações orquestrais e instrumentais.
Pedro Santos, natural de Almada, concluiu o curso de Acordeão com Vitorino Matono, venceu o Troféu Ibérico (1985) e o 1.º Troféu Nacional de Concertistas de Acordeão (1989) e, em 1991, atuou com Luciano Pavarotti no Coliseu dos Recreios. Fundou o Duo Damian, o Quinteto Lusotango e o Trio Urbanensemble e trabalhou com Dulce Pontes, Teresa Salgueiro, Mísia e José Mário Branco.
Pedro Vieira d’Almeida, natural de Coimbra (1979), é mestre em Música de Câmara, com nota máxima por unanimidade, e professor no Conservatório Nacional e na Academia de Música de Almada. Participou nas seis edições do FISP, com direção artística de João Pedro Silva, com quem gravou três CD.
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