
JoãoFarinha
A voz do Fado de Coimbra para o mundo
O fado está-lhe no sangue e Coimbra corre-lhe nas veias. Desde cedo, João Farinha respirou o ambiente do Fado de Coimbra, iniciado pelo pai e consolidado nos corredores da Associação Académica de Coimbra, no Conservatório de Música da cidade — sob a orientação do maestro Virgílio Caseiro — e no coro da Schola Cantorum.
Fundador e membro de projetos marcantes como o ÆMINIUM (1998), o Coimbra Ensemble (2005) e o coletivo Fado ao Centro (2011), é hoje reconhecido como um dos principais embaixadores do Fado de Coimbra, contribuindo para a sua afirmação e renovação dentro e fora de Portugal.

João Farinha · Foto © Cortesia do artista

Foto © Cortesia do artista
João Farinha
Nascido em Coimbra em 1976, licenciou-se em Gestão na Universidade de Coimbra, onde vestiu a capa negra de estudante e percebeu que o fado lhe havia de moldar o futuro. Estudou canto no Conservatório de Música de Coimbra e cantou no Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra (2006).
Em 1998 fundou, com João Monteiro e Pedro Cunha, o grupo ÆMINIUM e, em 2005, o Coimbra Ensemble. Em 2011 foi um dos criadores do Fado ao Centro, casa de fado de Coimbra com sessão diária que defende e promove o fado de Coimbra dentro e fora de fronteiras; no trio «original» do projeto cantou ao lado de Luís Barroso e Luís Carlos.
A carreira a solo começou em 2018 com «Sim», a que se seguiram «Solto» (2020), «Ao Vivo» (2022) e «A Conta Que Deus Fez» (2024), produzido por Tiago Machado e com convidados como Ruze, Tiago Nogueira, Mafalda Umbelino e os Quatro e Meia. Este último disco inclui uma gravação de 1981 do seu pai, resgatada do arquivo da RTP.
Em julho de 2026 lançou «Coimbra», tema com letra e música suas e arranjos de Pedro Carvalho, gravado com a Orquestra Clássica do Centro. Em palco, o Fado de Coimbra serve de base a um repertório que se cruza com a pop e o jazz, e já o levou a colaborar com Beto do Bandolim (Brasil), Luís Pedro Madeira, José Rebola e Tiago Nogueira.
As suas composições já se ouviram em palcos do Brasil ao Japão, passando por Canadá, Estados Unidos, Espanha, França, Itália, Alemanha, Bélgica, Países Baixos, Suíça, Marrocos, Cabo Verde, Hong Kong, Macau e Vietname. Entre as suas referências contam-se Zeca Afonso, Carlos Paredes e Adriano Correia de Oliveira, a par da poesia de Manuel Alegre.
Voz, guitarra portuguesa e viola — a tradição de Coimbra no seu estado mais puro.
Voz e piano em escuta próxima: canções tradicionais, temas originais e novas leituras do repertório português.
O fado encontra o sinfónico, como em «Coimbra», gravado com a Orquestra Clássica do Centro.
Multimédia







Palcos e festivais
Salas como o CCB, a Casa da Música, o Coliseu Micaelense, o Theatro do Circo e o Convento São Francisco. Do trio intimista às formações alargadas com baixo, percussão, guitarra elétrica e cordas.

Leve o Fado de Coimbra de João Farinha ao seu palco.




